Em fevereiro de 2011, tive a oportunidade de participar de uma reportagem do caderno Bem Viver, do jornal Estado de Minas, intitulada “Enigma Nutricional”.
A proposta era bastante prática: fomos ao supermercado observar os rótulos dos alimentos e mostrar por que interpretar aquelas informações era tão difícil para o consumidor.
Naquela época, encontrar a tabela nutricional já podia ser um desafio. Ela podia aparecer no fundo ou na lateral da embalagem, nem sempre com boa legibilidade. Depois de encontrá-la, vinha uma tarefa ainda mais complicada: entender porções, percentuais, calorias, carboidratos, gorduras, sódio, fibras e uma lista de ingredientes repleta de nomes pouco familiares.
Quinze anos depois, reli aquela reportagem.
Foi um exercício interessante não apenas para perceber quanto os rótulos mudaram, mas também quanto mudou a própria Nutrição.
Algumas preocupações daquela época continuam absolutamente atuais. Outras foram parcialmente resolvidas pela legislação. Algumas ganharam importância ainda maior.
E há orientações que eu mesmo daria de maneira diferente hoje.
Isso não deveria causar estranheza. A ciência evolui. As evidências se acumulam, conceitos são revistos e a prática profissional precisa acompanhar esse processo.
Por isso, vale fazer uma pergunta:
Se voltássemos hoje àquele supermercado de 2011, o que encontraríamos de diferente?

Leia aqui a reportagem original “Enigma Nutricional”, publicada em 2011
Em 2011, o problema era decifrar o rótulo
Um dos pontos centrais daquela reportagem era a dificuldade de comparar alimentos.
Imagine dois pães de forma.
Um fabricante informava os nutrientes para uma porção de 50 g. Outro utilizava 40 g. Um terceiro poderia adotar outra quantidade.
Para descobrir qual tinha mais sódio, gordura ou fibras, muitas vezes era necessário fazer contas.
Outro problema era o enorme destaque dado às calorias.
Na reportagem, chamei atenção justamente para isso: olhar somente o valor energético dizia pouco sobre a qualidade nutricional de um alimento.
Essa ideia continua válida.

Duzentas quilocalorias provenientes de diferentes alimentos não significam que eles sejam nutricionalmente equivalentes.
Mas hoje eu acrescentaria algo importante: também não basta decompor essas calorias em carboidratos, proteínas e gorduras.
Precisamos olhar o alimento como um todo.
Sua composição, seu grau de processamento, a presença de fibras, o tipo de gordura, a quantidade de açúcares adicionados e sódio, sua densidade energética, a lista de ingredientes, a porção efetivamente consumida e, principalmente, como aquele alimento participa do padrão alimentar habitual da pessoa.
Essa talvez seja uma das maiores mudanças na maneira como pensamos Nutrição desde aquela reportagem.
Os rótulos brasileiros melhoraram — bastante
Uma das maiores mudanças ocorreu com a nova regulamentação de rotulagem nutricional da Anvisa.
As regras publicadas em 2020 mudaram tanto o conteúdo quanto a apresentação das informações nutricionais.
A tabela passou a seguir critérios mais rígidos de legibilidade, incluindo letras pretas sobre fundo branco.
Também se tornou obrigatória a declaração de açúcares totais e açúcares adicionados, além da quantidade de porções existentes na embalagem.
Outra mudança particularmente útil foi a inclusão dos valores nutricionais por 100 g ou 100 ml.
Parece um detalhe, mas isso resolve parte importante daquele problema que discutíamos em 2011.
Agora, se dois produtos utilizam porções diferentes, o consumidor pode comparar diretamente os valores por 100 g ou 100 ml.
Não é mais necessário transformar a ida ao supermercado em uma aula improvisada de regra de três.
E finalmente apareceu um aviso na frente da embalagem

Na reportagem de 2011, apresentávamos o chamado “semáforo nutricional” utilizado no Reino Unido como uma possibilidade de tornar a informação mais compreensível.
O Brasil seguiu outro caminho.
A nova regulamentação criou a rotulagem nutricional frontal, representada por uma lupa preta na parte superior da embalagem.
Ela informa quando determinado produto apresenta alto conteúdo de:
-
açúcares adicionados;
-
gordura saturada;
-
sódio.
Para alimentos sólidos e semissólidos, por exemplo, a lupa é exigida quando o produto contém 15 g ou mais de açúcares adicionados, 6 g ou mais de gordura saturada ou 600 mg ou mais de sódio por 100 g. Para líquidos, os limites são diferentes.
Essa é uma mudança importante porque transfere uma informação relevante da parte de trás para a frente da embalagem.
O consumidor não precisa descobrir sozinho que determinado alimento contém uma quantidade elevada desses nutrientes.
O alerta está ali.
Visível antes mesmo de virar a embalagem.
Mas a lupa não transforma alimentos em “bons” e “ruins”
Aqui aparece uma ressalva importante.
A lupa é uma ferramenta de informação — não um sistema completo de classificação da qualidade de um alimento.
Um produto sem lupa não é automaticamente saudável.
Da mesma maneira, a presença de uma lupa não significa que aquele alimento esteja “proibido”.
A alimentação humana é mais complexa do que isso.
Quantidade, frequência, contexto, composição da dieta e necessidades individuais continuam importantes.
A rotulagem frontal funciona melhor como um sinal de atenção.
Se você está comparando dois produtos semelhantes e um deles apresenta alerta para alto teor de sódio enquanto o outro não, essa informação pode ajudar na escolha.
Mas nenhum símbolo na embalagem substitui a análise da alimentação como um todo.
Também mudamos a maneira de pensar alimentação
Talvez essa transformação seja ainda mais importante do que as mudanças nos rótulos.
Durante muito tempo, grande parte da educação nutricional foi construída em torno de nutrientes:
calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, colesterol, vitaminas e minerais.
Essas informações continuam importantes.
Mas, especialmente a partir da publicação da segunda edição do Guia Alimentar para a População Brasileira, em 2014, ganhou força uma abordagem que considera também como o alimento foi produzido e processado.
O Guia propõe que alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias feitas a partir deles constituam a base da alimentação e recomenda evitar alimentos ultraprocessados.
Isso muda a pergunta.
Em vez de olhar para um biscoito e perguntar apenas:
“Quantas calorias ele tem?”
passamos também a perguntar:
“Que alimento é esse? Do que ele é feito? Quanto foi processado? Qual espaço ele ocupa na minha alimentação?”
Essa mudança de perspectiva foi significativa.
Paradoxalmente, aprendemos mais sobre alimentação enquanto os ultraprocessados ganharam espaço
Aqui aparece uma das contradições desses 15 anos.
Temos rótulos melhores.
Temos mais acesso à informação.
Temos aplicativos, sites, vídeos, podcasts e profissionais falando diariamente sobre alimentação.
E, ainda assim, os alimentos ultraprocessados aumentaram sua participação na alimentação brasileira ao longo das últimas décadas.
Na Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017–2018, 19,7% das calorias consumidas pela população brasileira provinham de ultraprocessados. Entre adolescentes, essa participação chegava a aproximadamente 27%.
Ao mesmo tempo, alimentos tradicionais perderam espaço nas compras domésticas.
Entre 2002–2003 e 2017–2018, a aquisição domiciliar per capita de arroz caiu 37%. A de feijão caiu 52%.
Isso não significa que arroz e feijão estejam desaparecendo da mesa brasileira, nem que uma única mudança explique a situação nutricional do país.
Mas revela uma transformação importante do nosso ambiente alimentar.
A indústria oferece cada vez mais produtos prontos para consumir, altamente palatáveis, convenientes, com longa duração e forte investimento em marketing.
E nossa rotina também mudou.
Tempo, trabalho, deslocamentos, disponibilidade de alimentos e praticidade influenciam nossas escolhas.
Por isso, responsabilizar exclusivamente o consumidor por “não saber escolher” seria simplificar demais o problema.
O marketing também mudou
Em 2011, a reportagem discutia a publicidade de alimentos dirigida às crianças.
Naquele momento, o debate estava concentrado principalmente em televisão, embalagens, personagens infantis e publicidade convencional.
Hoje o cenário é muito mais complexo.
Temos redes sociais, influenciadores, vídeos curtos, publicidade segmentada, comércio eletrônico, marketplaces e conteúdo patrocinado misturado ao entretenimento.
Em agosto de 2026, a própria Anvisa decidiu iniciar um processo de revisão das normas brasileiras sobre propaganda de alimentos e medicamentos, reconhecendo que as regras vigentes foram elaboradas em um contexto tecnológico, econômico e regulatório muito diferente do atual.
É curioso perceber que uma discussão presente naquela reportagem de 2011 continua aberta 15 anos depois.
A embalagem mudou.
A publicidade mudou ainda mais.
E surgiu um novo problema: informação demais
Em 2011, uma das dificuldades era a falta de informação acessível.
Hoje temos quase o problema inverso.
Há informação nutricional por toda parte.
Pesquise qualquer alimento nas redes sociais e provavelmente encontrará alguém dizendo que ele:
“inflama”;
“desinflama”;
“aumenta a insulina”;
“desregula os hormônios”;
“acelera o metabolismo”;
“causa câncer”;
ou é um “superalimento”.
O consumidor deixou de enfrentar apenas o enigma nutricional do rótulo.
Agora precisa enfrentar também o enigma de decidir em quem acreditar.
Ter mais informação não significa necessariamente estar mais bem informado.
Algumas coisas que eu disse em 2011, hoje diria de maneira diferente

Reler uma entrevista concedida 15 anos atrás também exige disposição para revisar as próprias posições.
Na reportagem original havia, por exemplo, recomendações bastante categóricas sobre determinados adoçantes e aditivos alimentares.
Hoje eu seria muito mais cuidadoso.
Não considero adequado classificar simplesmente um adoçante aprovado como “seguro” e outros como opções que devem ser evitadas sem considerar dose, evidências disponíveis, avaliação toxicológica e contexto de utilização.

A própria discussão científica sobre adoçantes mudou.
Em 2023, a Organização Mundial da Saúde recomendou que adoçantes não açucarados não sejam utilizados como estratégia de longo prazo para controle do peso ou prevenção de doenças crônicas.
Mas existe uma diferença fundamental:
essa recomendação não significa que os adoçantes aprovados tenham sido declarados tóxicos ou inseguros nas quantidades autorizadas.
A recomendação da OMS trata da utilidade de seu consumo como estratégia de saúde e controle de peso, e não substitui as avaliações toxicológicas que estabelecem limites seguros de ingestão.
É uma distinção importante.
Da mesma forma, hoje evitaria transformar uma longa lista de aditivos em uma lista de substâncias “perigosas”.
A presença de um nome químico na lista de ingredientes não significa automaticamente risco à saúde.
O que continua sendo útil é observar o conjunto.
Um alimento com uma longa formulação industrial, vários ingredientes utilizados para reproduzir sabor, textura, cor e alta palatabilidade merece ser compreendido dentro de seu contexto alimentar — mas sem terrorismo nutricional.
A gordura trans é outro exemplo de quanto as coisas mudaram
Na matéria de 2011, a gordura trans ocupava grande espaço nas orientações sobre leitura de rótulos.
Havia inclusive um problema regulatório: pequenas quantidades por porção podiam permitir declarações que davam ao consumidor a impressão de ausência de gordura trans.
Desde então, houve uma mudança muito mais importante do que simplesmente melhorar o rótulo.
O Brasil passou a restringir as gorduras trans industriais e proibiu o uso de óleos e gorduras parcialmente hidrogenados nos alimentos dentro do cronograma estabelecido pela Anvisa.
Nesse caso, a política pública atuou na própria composição dos alimentos.
É uma excelente demonstração de que promover saúde não significa apenas ensinar o consumidor a escolher melhor.
Às vezes, é necessário melhorar o ambiente no qual as escolhas são feitas.
Diet, light, zero, integral, proteico: o marketing nutricional continua conosco
Em 2011, palavras como diet e light exerciam enorme influência sobre a percepção de saúde.
Elas não desapareceram, mas ganharam companhia.
Hoje encontramos:
zero açúcar; fonte de fibras; rico em proteínas; integral; natural; fit; plant-based; low carb; sem glúten; sem lactose.
Algumas dessas expressões possuem critérios regulatórios específicos. Outras funcionam principalmente como linguagem de marketing.
Nenhuma delas, isoladamente, transforma um produto em uma escolha nutricionalmente superior.
Um alimento “sem glúten” pode conter grande quantidade de açúcar, gordura ou sódio.
Um produto “proteico” pode não ser necessário para aquela pessoa.
Um alimento “zero açúcar” não precisa ser consumido livremente.
E um produto integral precisa ser analisado pelo que realmente contém, não apenas pela fotografia de grãos impressa na embalagem.
A frente da embalagem vende.
Para compreender o produto, frequentemente precisamos virá-la.
Então, como ler um rótulo em 2026?

Se eu voltasse hoje ao supermercado para refazer aquela reportagem, minha orientação seria mais simples do que em 2011.
Primeiro: identifique o que você está comprando.
Antes de calcular nutrientes, pergunte-se que papel aquele produto terá na sua alimentação.
Será um alimento consumido diariamente? Uma opção ocasional? Um ingrediente? Uma sobremesa? Um lanche para uma situação específica?
Depois, observe a lupa frontal.
Ela permite identificar rapidamente teores elevados de açúcares adicionados, gordura saturada ou sódio.
Em seguida, compare produtos semelhantes usando 100 g ou 100 ml.
Essa é uma das grandes vantagens da nova tabela.
Se estiver escolhendo entre dois produtos da mesma categoria, comparar os valores padronizados evita que porções diferentes distorçam sua percepção.
Olhe a lista de ingredientes.
Os ingredientes aparecem em ordem decrescente de quantidade. Isso ajuda a entender melhor do que aquele alimento é composto.
Mas não transforme essa leitura em uma caça a palavras difíceis.
Observe aquilo que realmente importa para você.
Dependendo da situação, pode fazer sentido observar fibras, proteínas, açúcares adicionados, gordura saturada ou sódio com maior atenção.
Uma pessoa com hipertensão pode ter motivos adicionais para comparar o sódio.
Um atleta pode estar interessado na quantidade de carboidratos.
Uma pessoa que busca aumentar a ingestão proteica terá outra prioridade.
O melhor produto não existe independentemente de quem o consome e para quê.
E não deixe as calorias decidirem tudo.
Elas são uma informação útil, especialmente quando quantidade e balanço energético são relevantes.
Mas não são uma nota de qualidade nutricional.
A melhor alimentação talvez seja aquela que exige menos rótulos
Há ainda uma conclusão que provavelmente não teria aparecido com tanta força em uma reportagem sobre rótulos em 2011.
Frutas, verduras, legumes, ovos, feijão e muitos outros alimentos que deveriam ocupar grande espaço na alimentação cotidiana não precisam de uma tabela nutricional sofisticada para demonstrar seu valor.
Isso não significa que alimentos embalados sejam necessariamente ruins.
Leite, aveia, café, arroz, feijão, vegetais congelados, castanhas, iogurtes e inúmeros outros alimentos podem chegar até nós em embalagens.
A questão não é embalagem versus alimento natural.
É o padrão alimentar.
Quanto mais a alimentação se apoia em alimentos in natura ou minimamente processados e em preparações culinárias, menor tende a ser a necessidade de transformar cada refeição em uma auditoria de números.
De 2011 a 2026: o enigma mudou
Quando participei daquela reportagem do Estado de Minas, nossa preocupação era ajudar as pessoas a encontrar e decifrar informações escondidas nas embalagens.
Quinze anos depois, parte desse problema foi resolvida.
Os rótulos estão mais padronizados. Podemos comparar produtos por 100 g ou 100 ml. Sabemos quanto açúcar foi adicionado. Produtos com altos teores de determinados nutrientes precisam trazer uma advertência frontal.
Isso é progresso.
Mas seria precipitado concluir que o problema está resolvido.
O ambiente alimentar tornou-se mais complexo. Os ultraprocessados ganharam espaço. A publicidade saiu da televisão e entrou no telefone que carregamos o dia inteiro. A informação nutricional se multiplicou — e a desinformação também.
Talvez por isso a pergunta mais importante tenha mudado.
Em 2011 perguntávamos:
“Como interpretar este rótulo?”
Hoje precisamos acrescentar:
“Que lugar este alimento deve ocupar na minha alimentação?”
Um bom rótulo ajuda nessa decisão.
Conhecimento ajuda ainda mais.
Mas alimentação saudável não se constrói produto por produto, nutriente por nutriente ou número por número.
Ela se constrói pelo conjunto de escolhas repetidas ao longo do tempo, adaptadas à saúde, à rotina, à cultura, às preferências e aos objetivos de cada pessoa.
Depois de 15 anos, talvez essa seja a principal solução para o antigo enigma nutricional.
Quer aprender a fazer escolhas alimentares adequadas à sua rotina e aos seus objetivos?
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REFERÊNCIAS
- COTTA, Carolina. Enigma nutricional. Estado de Minas, caderno Bem Viver, Belo Horizonte, 6 fev. 2011, p. 1, 3–4.
- Créditos fotográficos do material histórico: Beto Novaes / EM / D.A Press e demais créditos indicados nas páginas originais.
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Resolução da Diretoria Colegiada — RDC nº 429, de 8 de outubro de 2020. Dispõe sobre a rotulagem nutricional dos alimentos embalados. Brasília: Anvisa, 2020.
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Instrução Normativa — IN nº 75, de 8 de outubro de 2020. Estabelece os requisitos técnicos para declaração da rotulagem nutricional nos alimentos embalados. Brasília: Anvisa, 2020.
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Rotulagem nutricional. Brasília: Anvisa. Rotulagem nutricional — Anvisa
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Resolução da Diretoria Colegiada — RDC nº 632, de 24 de março de 2022. Dispõe sobre a restrição de uso de gorduras trans industriais em alimentos. Brasília: Anvisa, 2022.
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Anvisa aprova abertura de processo para revisar normas da propaganda de alimentos e de medicamentos. Brasília: Anvisa, 10 ago. 2026.
- BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
- INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017–2018: análise do consumo alimentar pessoal no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2020.
- INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017–2018: avaliação nutricional da disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2020.
- WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Use of non-sugar sweeteners: WHO guideline. Geneva: World Health Organization, 2023. Diretriz da OMS sobre adoçantes não açucarados
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